E é esta a razão comercial que levou a ACISB promover a iniciativa, criar mais motivos de visita a Bragança, com foco especial na vizinha Espanha, que por tradição tira férias durante a Semana Santa, tendo maior disponibilidade para viajar e para se deslocar a Bragança por motivos gastronómicos. A razão é simples, historicamente era um produto relativamente barato, com enorme facilidade de conservação, nutritivo, saboroso e com uma imensidão de formas de o confecionar, resultando em pratos muito diferentes. O bacalhau não sendo um produto local é, provavelmente, o peixe com maior importância na gastronomia transmontana. Para poder interagir com todos comentários, faça Login na sua conta Terra

Um dos públicos-alvo são os vizinhos espanhóis, “apreciadores deste produto, que nos restaurantes portugueses manifestam uma visível preferência e muita procura pelos pratos de bacalhau”, segundo a promotora. Trata-se do II Open Terras de Trás-os-Montes, que conta com xadrezistas de 25 nacionalidades. Após três meses sem sair de casa, acabou por descobrir uma nova paixão, o padel.

Os preços já são difíceis de encontrar e isso ajuda também a explicar o sucesso da casa. A grelha a carvão, plantada à janela direita de quem entra, é a oficina da melhor parte de uma ementa que vai rodando em dias mais ou menos fixos. Instalado no Bairro dos Actores, o espaço apresenta-se com uma carta curta e dinâmica, vinhos menos previsíveis e um ambiente descontraído. Nas entradas, há amêijoas à Bulhão Pato ou gambinhas ao alho.

A Ementa: Entre a Tradição e a Apresentação

Aqui, podemos não ter as míticas 1001 receitas de bacalhau, mas, entre entradas e pratos principais, conte com duas a três dezenas de propostas na ementa. Pratos de carne e pizzas a partir de 8 euros, e o atendimento é excelente. O espaço é agradável mas não para comer!!!

Deixe os preconceitos em casa e arrisque nuns pezinhos de coentrada, em mioleira, túbaros ou orelha, sempre cozinhados de formas inesperadas. Miguel Azevedo Peres tem uma das poucas casas do país que respeita o princípio “nose to tail”. Tanto é um restaurante para almoços honestos como para tainadas das antigas, tanto é para beber um copo e petiscar como é para aquelas mariscadas breves de final de dia antes de recolher a casa. Percebes, amêijoas, camarão, sapateiras, navalheiras, santolas, lagostas… O arroz de marisco é um ex libris da casa e a dose para dois serve três à vontade (daí também o sucesso). Há técnica na cozinha, mão segura nas massas e contas controladas. O responsável por esse feito é João Frazão, que se apresentou publicamente como concorrente do Masterchef em 2022.

A carta é aquilo que distingue o Tribuna, que aposta num serviço de almoço “rápido e agradável”, tendo uma sugestão, diária de peixe e outra de carne. Um espaço que prima pela simplicidade dos seus serviços, o bom ambiente e um ótimo poder culinário a preços justos. Para além de uma diversidade de pratos típicos, este restaurante tem ainda saladas diversas para os acompanhar. A Tribuna & Café, em Braga, é um restaurante tipo tradicional que oferece um serviço de cafetaria.

Com criatividade, detalhe e consistência, a chef argentina Romina Bertolini eleva a fasquia com pratos como o arroz de couves tostado, tosta https://tribunasportsbar.pt/ de curgete e anchovas, cabeça de xara com picles ou suas cobiçadas empanadas. Criado no Cais do Sodré, onde se fez casa de jazz, poesia e boa comida, o Tati mudou-se para a Penha de França e em pouco tempo mudou também a nossa atitude nonchalante para com o projecto. O menu segue o estilo omakase, por isso, é o chef que escolhe as proteínas que quer apresentar, o que muda com frequência e consoante as estações. Era, na verdade, exactamente aquilo que Kosuke Saito, chef japonês natural de Kanagawa, tinha idealizado para o seu primeiro restaurante. O ambiente é informal e intimista, há apenas um balcão com sete lugares. No piso de baixo, está o bar com cocktails de autor e quatro salas privadas, para uma experiência mais intimista.

  • A festa celebra o espírito de comunhão e júbilo que marcava as festas da divindade romana, caracterizada pelas animadas melodias das flautas e exuberantes danças de sátiros e ninfas.
  • Nas sobremesas, destaca-se o mil-folhas de caramelo salgado.
  • Este restaurante tem classificação 4.6 pelos visitantes no Google.
  • A receita foi partilhada com todos os aderentes que, respeitando na essência a forma de confeção e os ingredientes, vão dar o seu toque especial porque, dizem, “a mesma receita, feita por chefs diferentes, não sai igual”.

Foi o casal que, vindo de Alto Minho, abriu o restaurante apostado em servir o melhor da região. Se na casa-mãe a ideia é deixar-se estar e descobrir o peixe além do marisco, neste espaço o marisco e os petiscos são as estrelas e está pensado para refeições mais rápidas. Com mais de 100 lugares, entre a elegante sala, o balcão e uma esplanada interior, o serviço é exemplar. Com carne de primeiríssima linha, cortes tentadores e uma maturação feita na casa, tudo o que chega à mesa é irrepreensível. Abriu praticamente sem sushi, mas os clientes que o conheciam de outras andanças estavam com tantas saudades que o chef reformulou a carta para incluir várias opções de sashimi, temaki, futomaki e oshizushi.

Há ainda uma opção de jantar com espectáculo no Casino da Póvoa. Os grandes vinhos são para grandes ocasiões, por isso, o Hotel Mercure Porto-Batalha apresenta uma combinação de sabores e aromas dos "Grandes Vinhos Mercure". Noite adentro, é servida uma ceia com sopa de nabiças com fumeiro regional, chocolate quente, scones e pastelaria típica do Douro.

Opiniões de visitantes sobre Tribuna Bar e Restaurante Sabores Ibéricos

Também conta com pratos mais variados e nem tão leves, oferecendo duas opções de proteína diferentes todos os dias O setor da restauração aposta em criar motivos adicionais para prolongar a estadia dos visitantes e proporcionar-lhes uma experiência autêntica de sabores regionais. O Hotel Burmester preparou um jantar com pratos tradicionais da região, em que não falta a bola de carne, a moira assada, a broa, polvo em vinho tinto, cabrito assado no forno…

Trabalha-se a cura do peixe, embora sem manipular demasiado o produto. Começou com um balcão de sete lugares em Alcântara e nem a mudança de morada o tornou maior, também porque a ideia nunca foi crescer em tamanho, mas sim em condições. O espaço é bem maior e a decoração exuberante, com dourados reluzentes tons, sofás de veludo, colunas, frisos, luxuosos candeeiros. Aqui, a filosofia é o omakase, em que o cliente se entrega nas mãos do chef. Ora há borek, como mujaddara (um estufado de bulgur e lentilhas com cebola frita) ou laham kharouf (carne de borrego cozinhada lentamente, com especiarias) e pão, ou não tivesse tudo começado por aí. A proposta não é nova para a restauração lisboeta, nem para Bernardo Agrela, que por sua vez também não é novo nesta casa, que reabriu no final de Setembro de 2025.

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